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É Realmente Tão Simples?

Por: David Feinstein, Ph.D.*
Tradução: Luiz Vieira**


Então, realmente é tão simples? Sim e não. Se estes três casos foram representativos, como acredito que são, eles indicam que com uma fobia não tão complicada, uma abordagem relativamente mecânica que não está baseada na intuição pode rápida e permanentemente superar a fobia (Wells et al., 2003). A experiência clínica sugere que o protocolo central ainda funciona com fobias mais complexas, mas maior sutileza terapêutica é requerida (Feinstein, 2004). Por exemplo, se um cliente apresenta medo de dirigir, que desenvolveu a partir de um acidente de automóvel, e o protocolo básico não está reduzindo o medo, o terapeuta procura outras experiências que podem estar relacionadas psicologicamente. Por exemplo, se a pessoa sofreu ferimentos em um acidente enquanto esquiava quando criança, e o trauma não resolvido conectado aquela experiência foi ativado pelo evento mais recente, o acidente de esqui tornaria a ser o foco do tratamento. Quando as experiências que estão contribuindo para tal medo estão baseadas em dificuldades interpessoais, a abordagem pode tornar-se mais elaborada. A maioria dos praticantes da psicologia energética, na realidade, integra os métodos de campo com as abordagens que já utilizavam.
O que há mais sobre transtornos diferentes de fobias? Entre 1988 e 2002, um time de 36 terapeutas de 11 centros de tratamento aliados no Uruguai e Argentina localizaram mais de 29,000 pacientes psiquiátricos que estavam sendo tratados com um protocolo de estimulação de pontos de acupuntura ( http://www.innersource.net/energy_psych/epi_research.htm ). Uma estimativa de 70% deles alcançou uma melhora global e vários estudos informais sugeriram que os tratamentos da psicologia energética alcançaram melhores resultados do que tratamentos convencionais com uma gama de desordens; entrevistas sistemáticas com os terapeutas identificaram as condições para as quais os tratamentos da psicologia energética parecem mais ou menos efetivos. Estes clínicos indicaram que as intervenções da psicologia energética foram muito efetivas com desordens de ansiedade, depressão reativa, e muitas das dificuldades emocionais da vida cotidiana - de medos irracionais e fúria a sentimentos de excesso de culpa, vergonha, aflição, ciúme ou rejeição. Elas não parecem ser efetivas com desordens biológicas, como depressão endógena, transtornos bipolares, transtornos de personalidade, delírio, e demência. Para transtornos de ansiedade, a impressão geral dos terapeutas era que nenhuma outra modalidade de tratamento à disposição deles (incluindo Terapia Comportamental Cognitiva combinada com medicamento se necessário) eram tão rápidas, potentes e duradouras (Andrade & Feinstein, 2004).
Não pretendo sugerir que a investigação científica tenha estabelecido a eficácia de uma abordagem energética. No entanto, as abordagens energéticas não têm nenhum efeito colateral conhecido, parecem aliviar o sofrimento provocado por várias condições psicológicas com velocidade e poder incomuns; e o campo continua ganhando novos proponentes entre os clínicos.
Na realidade, é difícil manter o ceticismo sem vacilar em face aos resultados concretos em sua própria prática, caso após caso. Nós vivemos em um tempo de ansiedade endêmica, e a psicologia energética oferece ferramentas que são certamente únicas e possivelmente inigualáveis em sua efetividade - particularmente por aliviar o sofrimento de pessoas relativamente "normais" com sintoma, no entanto, reais e dolorosos. Devido ao fato de que os métodos podem ser imediatamente auto-aplicados em situações que evocam respostas emocionais impróprias, eles são freqüentemente experimentados pelo cliente como algo enormemente autorizando. Como os clínicos experientes podem aprender os métodos com um estudo adicional, ou risco, relativamente pequeno, parece um passo óbvio ficar no auge do progresso e dar uma pequena prova para seus clientes.

Por: David Feinstein, Ph.D.*
Tradução: Luiz Vieira**

*David Feinstein, Ph.D., é psicólogo clínico e diretor nacional do Instituto de Medicina Energética sem fins lucrativos em Ashland, Oregon. Autor ou co-autor de 6 livros e mais de 50 artigos, trabalhou nas faculdades do Antioch College e The Johns Hopkins University School of Medicine. Ele conduziu um grupo de 27 pessoas no desenvolvimento da Psicologia Energética Interativo, um livro premiado e CD-ROM de programas de treinamento para psicoterapeutas que desejam introduzir a psicologia energética em suas práticas.


**Luiz Vieira, Bacharel em Filosofia e Pós-Graduando em Filosofia Clínica, é psicoterapeuta formado em Psicoterapia Reencarnacionista e Regressão Terapêutica pela ABPR, Hipnose Clínica pelo Instituto Brasileiro de Hipnologia, Hipnose Ericksoniana pelo INAp e trabalha em consultório aplicando a Psicoterapia Reencarnacionista, Regressão, Hipnose, EFT (Emotional Freedom Techniques) e Filosofia, atendendo pessoas com os mais variados sofrimentos existenciais. Integrante do Instituto anima de Desenvolvimento Humano Integral:- luizvieira.abpr@gmail.com


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