ASSERTIVIDADE - A VERDADEIRA COMUNICAÇÃO
NÃO VIOLENTA
É a Nós que nos compete escolher em
cada momento, que tipo de comunicação pretendemos
estabelecer com aqueles com quem nos cruzamos diáriamente,
e ao longo de toda uma vida. A nossa vida é feita de relações
de todos os tipos: as profissionais, as de amizade, as de amor,
as de companheirismo, as relações com aqueles que
designamos, os "conhecidos", e com quem, provavelmente
não temos uma relação demasiado íntima
ou próxima, embora estabeleçam também, elos
de ligação energética connosco, no dia-a-dia.
Por vezes há circunstâncias em que
é preferível ser-se "passivo" ou "passivo-agressivo"
em vez de enveredar pelo processo complexo da comunicação
assertiva. Quando o desafio não tem para nós uma
importância emocional merecida, e é completamente
menor para o nosso desenvolvimento, por exemplo a ponto de nem
sequer merecer tempo nem atenção, é perfeitamente
legítimo ser-se "passivo" e aceitar um "insulto",
ou deixarmo-nos "manipular" sem reagir.
Pelo contrário, nas situações absolutamente
importantes para Nós, para o Bem-Estar da nossa essência
e existência, e para as relações que nos são
queridas e queremos alimentar e preservar, é indispensável
reflectir que tipo de comunicação queremos abraçar.
A comunicação assertiva é certamente a mais
promissora, ecológica e eficaz.
Há por exemplo outro tipo de situações
que são urgentes e de grande perigo para a nossa sobrevivência
em que é legítimo e normal agirmos como se fossemos
um Exército. Ou seja, sermos "(mais ou menos agressivos)"
ou darmos "Ordens" sem qualquer tipo de explicação.
O mais importante é, porém, sabermos
que, temos sempre várias opções. E que, PODEMOS
ESCOLHER EM CONSCIÊNCIA, A QUE MELHOR SE ALINHA COM A NOSSA
ESSÊNCIA E COM OS NOSSOS VALORES.